terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Devaneando sobre a mudança

Mudanças são necessárias.
E no meio da necessidade de mudança, por vezes nos sentimos incapazes de tomar as atitudes necessárias, de adotar a postura necessária ao surgimento do novo. Como que estagnados e paralisados pela mesmice do desconforto, lá ficamos impassíveis e impotentes.
Mas basta um sopro do novo vento tão sonhado e a sensação de incapacidade se vai. Basta um pé no novo caminho e o ânimo pela caminhada se renova, surge como mágica e combustível inesgotável que dá conta de qualquer jornada.
Sentir o novo é o primeiro passo pra não ter medo dele. Ouvir, cheirar, tocar, dialogar com o novo. Isso é que faz com que ele seja possível.
Por isso, o que é velho e incomoda em nossa história acaba por nos prender num círculo vicioso. Confortáveis, ali permanecemos e nos resignamos a destilar lamúrias.
Não é que seja ruim ter medo. Mas há que se lutar pra abstrair tão logo seja possível a ideia de somente reclamar não faz o que é ruim desaparecer. Reclamar só prolonga o padecer.
Agir traz o vento novo.
Dar o primeiro passo, seja ele de que tamanho for, faz o caminho andar, faz a paisagem da janela mudar.
Enxergar que mudanças trazem consigo novas esperanças faz com que nada pareça mais tão assustador.

Pareço otimista hoje?
Sim, acho que que estou.
É que eu acordei hoje me sentindo capaz de fazer qualquer coisa.
Não que eu seja, que isso fique bem claro. Não sou tão presunçosa assim.
Só que eu aprendi que quando me sinto acabo por ser o que sinto.
Eu sou o que eu sinto.
Vejamos no que isso dá...

"A única criatura que faz sucesso sentada é a galinha"!

(Ops! Esqueci mesmo de quem é essa frase)

...

3 Já comentaram, dxe tb a sua opinião!:

  1. Desejo de coração a todos deste querido blog um Ano Maravilhoso! Obrigada pelo carinho com que me receberam neste cantinho tão aconchegante! Abraço carinhoso a vc, querida amiga Gabi e aos que compõem este blog!

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Eu confesso que tenho medo do novo, mas sempre o aceito.
    Belo texto!

    Beijos

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